A casa e um desafio

Quando viemos viver no Sítio Igatu uma casa já existia. Uma casa construída dentro de moldes convencionais, mas com alguns elementos que nos agradaram, como:

  • Ter piso suspenso do chão, que inibe a ascensão de águas e reduz a umidade;
  • Construída com tijolos maciços provenientes de uma olaria distante apenas 90km;
  • Coberta com telhas de barro, que permitem um bom isolamento térmico e acústico. Além de serem provenientes do sul de SC, cerca de 150km;
  • Possibilitar expansão em duas direções, no caso Norte e Sul.
Como era a casa quando aqui chegamos.
Como era a casa quando aqui chegamos.

Dentre alguns itens que não nos agradaram podemos destacar:

  • Foi usado muita madeira de proveniência amazônica (angelin);
  • Sistema de tratamento de esgotos (águas cinzas e negras) inadequado;
  • Luminosidade reduzida no inverno;
  • Circulação de ar subdimensionada;

Bem! Tudo isso para dizer que a casa necessita de adequações para melhorar sua eficiência energética. Não estou falando de energia elétrica, mas é claro que o consumo dela também será influenciado, falo do fluxo energético pela estrutura.

A medida que formos adequando a estrutura para melhor captar, armazenar e escoar as energias, colocaremos novas postagens explicando porque as adotamos e como as realizamos.

Creio que esta é a mesma situação de muitas pessoas, tentar transformar uma casa convencional em uma casa energeticamente eficiente. Devido ao tempo que passamos dentro da casa (zona 0), creio ser este um dos maiores desafios dentro do Sítio Igatu.

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